Vânia Rodrigues Santini | PRIMO ROLAMENTOS

Uma certa vez uma garota em seu local de trabalho , começou sua manhã com um belo sorriso no rosto para atender seu primeiro cliente do dia.
Chegando até o balcão de vendas ela disse a ele:
- Bom dia senhor, em que posso ajudar.
Ele olhou pra ela com um olhar de desprezo e respondeu:
- Você? Uma garota? Não pode me ajudar em nada, quero falar com um vendedor.
Ela se sentiu atingida por essa descriminação, porém respondeu:
- Senhor, eu sou vendedora estou aqui para atendê-lo pode me dizer o que o senhor precisa.
Ele insistiu:
- Eu já disse me chama um vendedor “homem” que possa entender o que eu preciso. E ainda sussurrou em alto e bom som (Lugar de mulher é em casa lavando roupa) 
Ela abaixou a cabeça entristecida e foi até seu colega de trabalho do “sexo masculino” e pediu para ele atender o cliente do balcão.
Então ela correu pro banheiro feminino, e chorou muito e perguntava a Deus porque ainda existia pessoas com tanto preconceito em ser atendido por uma mulher no ramo industrial.
Ela se questionou por alguns minutos, mas enxugou as lágrimas e olhando para o espelho do banheiro, falou consigo mesma. 
“Não posso me deixar vencer por um preconceito, tenho que ir até lá mostrar que sei muito bem ser profissional e que eu sou capaz de atendê-lo com eficiência! “
Então ela saiu do banheiro feminino e passou por perto do balcão apenas para olhar se o cliente ainda estava ali, nesse momento seu colega de trabalho estava desesperado procurando ela, e então ele falou:
- Preciso muito de sua ajuda, aquele item que o cliente quer no balcão eu desconheço, você pode me auxiliar no atendimento ?
E ela olhou pra ele com alegria e disse:
- Claro que posso te ajudar, vamos lá fazer a melhor venda que esse cliente já teve!
E quando ela voltou até o balcão com seu colega de trabalho do “sexo masculino”, ele apresentou a garota para o cliente dizendo:
- Senhor essa moça entende mais sobre esse item que você precisa do que eu, ela tem experiência de anos na empresa, enquanto eu estou a um mês trabalhando aqui, então ela vai me ajudar a atendê-lo ok.
O cliente ficou boquiaberto e envergonhado e respondeu :
- Tudo bem só quero que encontrem essa peça pra mim.
Ela tinha a peça disponível em estoque e pra provar o quanto entendia do que estava vendendo, verificou medidas, e a parte teórica com perfeição e mostrou sua competência.
No final da venda ele olhou pra garota e falou apenas um obrigado. E isso já valeu o dia para ela!

Moral da história: Mesmo a pessoa não reconhecendo sua capacidade continue de cabeça erguida e confiante para mostrar seu melhor, e que sejas sempre forte o bastante para que o preconceito não te empurre para baixo!

Essa garota da história sou eu e graças a essa experiência que passei me tornei ainda mais humilde para derrotar a maldade do preconceito com a gentileza!

Desejo de coração que todas nós mulheres continuemos batalhando nosso espaço no mercado industrial, pois temos total capacidade como qualquer homem!

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